HAMILTON DE HOLANDA

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Hamilton de Holanda estreia temporada de verão do Baile do Almeidinha

Hamilton de Holanda e a Magnífica abrem na próxima quarta-feira, dia 13, a temporada de verão do Baile do Almeidinha e recebem Fernanda Abreu e o Mestre Casagrande à frente da Bateria Pura Cadência do Unidos da Tijuca. Rafael dos Anjo (violão 7 cordas), Guto Wirtti (contrabaixo acústico), Thiago da Serrinha (percussão), Edu Neves (sax e flauta), Aquiles Moraes (trompete),  Xande de Figueiredo (bateria) e Marcelo Caldi (acordeon) sobem ao palco do Circo Voador para acompanhar Hamilton de Holanda no comando da primeira edição do ano do baile queridinho dos cariocas.

Quem começa os trabalhos é o Quarteto Rua Jazz, com sua música instrumental de primeiríssima qualidade. O grupo, que se apresenta regularmente pelas ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro, aposta em um repertório que passeia pela bossa nova, samba jazz, groove, choro e jazz cigano. Imperdível! E o Baile segue com dois sets de Hamilton de Holanda e a Magnífica sempre abrilhantados pelos convidados especiais. No repertório vale samba, forró, frevo, choro, xote e outros rítmos brasileiros para quem gosta de riscar o salão.  São clássicos da Música Popular Brasileira de autores como Paulinho da Viola, Tom Jobim, Pixinguinha, Cartola, Nelson Cavaquinho, Sivuca, Luis Gonzaga, Aldir Blanc e outros tantos bambas, além de composições de Hamilton e de músicos da Magnífica, como Eduardo Neves e Guto Wirtti. Nos intervalos, o som não para com a seleção sofisticada da Dj Tata Ogan.

A temporada de verão do Baile do Almeidinha segue com mais quatro edições! Dia 20 de janeiro, Hamilton de Holanda e a Magnífica embarcam no trem diretamente pro Meier, onde comemoram o 2º aniversário do Leão Etíope do Méier no Imperator. Na semana seguinte, dia 27 de janeiro, o Baile volta pra casa e faz mais uma edição quentíssima na lona da Lapa com a participação da Bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. E como de costume, teremos ainda a edição carnavalesca da quinta-feira de cinzas, dia 11 de fevereiro, no Circo Voador e mais uma para encerrar a temporada no dia 25 de fevereiro.

A ideia com o Baile do Almeidinha é fazer da maravilhosa música brasileira um encontro com a dança e seus encantos. Aproveitei, também, para quebrar uma lenda na qual nunca acreditei: que o gênero instrumental não é capaz de interagir. A prova disso é o Baile que já tem seu público cativo que a cada noite transforma a pista num grande karaokê coletivo.” diz Hamilton de Holanda!

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Crítica Piauí: ALMEIDINHA

Por Paulo da Costa e Silva

21/12/2015

Às vezes tenho a impressão de que Hamilton de Holanda é o maior instrumentista brasileiro. Na semana passada fui ao “Baile do Almeidinha”, no Circo Voador, e tive a alegria de ouvir parte da nata de nossa música popular girando na órbita de seu bandolim. Ia de João Bosco e Leila Pinheiro à Julia Vargas e Roberta Sá, Marcos Suzano, Alcione, Arlindo Cruz, Gabriel Gross e Yamandú. Hamilton é um anfitrião excepcional. Embarca na onda dos convidados com generosidade, mas continua exercendo de modo macio a liderança do baile. Sua figura exala simpatia e simplicidade. Seu caráter musical oscila com naturalidade entre figura e fundo, ator principal e personagem coadjuvante. Foi uma farra memorável. Leila Pinheiro subiu ao palco e cantou Catavento e girassol, a pérola de Guinga e Aldir Blanc – melodia sinuosa, cheia de dobras, letra com metáforas complexas, repleta de “sumidouros” e “espelhos”. Logo depois entoou a alegria expansiva e direta de Coração em desalinho. Um pouco mais tarde foi a vez de João Bosco atacar O bêbado e o equilibristae nela emendar Incompatibilidade de gênios. Depois, começou a cantar o meloso “lê-lê-lê-lê-ai-ai-ai-ai” dePapel machê – maravilhoso sucesso de FM; a platéia levantou os os braços e ficou se balançando de um lado pro outro.

Enquanto tudo isso acontecia, Hamilton seguia atentamente os passos de seus convidados. Quando Suzano brotou no palco, passou o seu bandolim para o primeiro plano, dispensou a banda e arrebatou o público com uma interpretação violenta de Canto de Ossanha. Hamilton lembra um Jimi Hendrix do bandolim – explora o instrumento inteiro, produz nele sons inusitados, transforma-o em outra coisa. Prendendo as cordas, tira do bandolim um som mais percussivo e seco, mas continua criando, no interior desse mesmo som, nuances de notas, que variam de acordo com a posição de sua mão no braço do bandolim. Em outros momentos, interpola solos intensamente melódicos com batuques na madeira do bandolim – tudo soando natural, espontâneo e alegre, sem qualquer afetação, um pouco como é o clima do baile. O que chama a atenção no bandolinista é sua imensa flexibilidade. Hamilton é um virtuoso dos climas e atmosferas, muito diferente dos “cuspidores de notas”. Suas intervenções primam pela concentração e expressividade. Parece sempre à vontade, esteja entre um baião de Sivuca, uma bossa de Jobim, um afrossamba de Baden ou um hit de FM. Nele encontramos uma compreensão rara das diversas florações da musica brasileira. Mais do que isso: encontramos um diálogo fino entre virtuosismo instrumental e a centralidade melódica que emana da canção popular, mostrando a inexistência de oposição entre os dois.

Fonte: http://revistapiaui.estadao.com.br/questoes-musicais/almeidinha/

Veja os brasileiros ganhadores do 16º Grammy Latino

A cerimônia de entrega do Grammy Latino foi realizada na noite desta quinta-feira (19/11) no MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas.  Diversos artistas brasileiros foram premiados, como Fernanda Brum, Ivan Lins, Diogo Nogueira, Hamilton de Holanda e Tulipa Ruiz, entre outros.

No entanto, Roberto Carlos foi o grande homenageado como a Personalidade do Ano de 2015. Amigos e celebridades se reuniram em um show na noite anterior às premiações para celebrar a vida e a obra do Rei.

Outros artistas que já foram homenageados como Personalidade do Ano são Caetano Veloso, Shakira, Miguel Bosé, Plácido Domingo.

Veja a lista com os principais premiados e os brasileiros que saíram da festa com troféu:

Gravação Do Ano
“Fiesta” — Bomba Estéreo
“Encanto” — Miguel Bosé
“Será (Vida De Hombre)” — Café Quijano
“La Vida Entera” — Camila Featuring Marco Antonio Solís
“Ella Es” — Leonel García Featuring Jorge Drexler
“Tus Besos” — Juan Luis Guerra 4.40
“Hasta La Raíz” — Natalia Lafourcade
“Disparo Al Corazón” — Ricky Martin
“Un Zombie A La Intemperie” — Alejandro Sanz
“Ese Camino” — Julieta Venegas

Álbum Do Ano
MTV Unplugged — Pepe Aguilar
Son De Panamá — Rubén Blades Con Roberto Delgado & Orquesta
Amo — Miguel Bosé
Orígenes: El Bolero Volumen 3 — Café Quijano
Todo Tiene Su Hora — Juan Luis Guerra 4.40
Creo En Mí — Natalia Jiménez
Hasta La Raíz — Natalia Lafourcade
Caja De Música —  Monsieur Periné
Sirope — Alejandro Sanz
Consentido — María Toledo

Canção Do Ano (categoria destinada aos compositores)
“Disparo Al Corazón” — Pedro Capó, Yoel Henríquez, Ricky Martin & Rafael Esparza Ruiz, compositores (Ricky Martin)
“Ese Camino” — Julieta Venegas, compositora (Julieta Venegas)
“Hasta La Raíz” — Leonel Garcia & Natalia Lafourcade, compositores (Natalia Lafourcade)
“Hoy Es Domingo” — Beatriz Luengo, Antonio Rayo Gibo, Yotuel Romero & Diego Torres, compositores (Diego Torres)
“Por Fin” — Pablo Alborán, compositor (Pablo Alborán)
“Quédate Con Ella” —  Claudia Brant & Natalia Jiménez, compositores (Natalia Jiménez)
“Recuerdas” —  Leonel García, compositor (Leonel García)
“Un Zombie A La Intemperie” — Alejandro Sanz, compositor (Alejandro Sanz)
“Vida De Mi Vida” — Gian Marco, ccompositor (Gian Marco)
“Vivo” — Pedro Capó, compositor (Pedro Capó)

Melhor Álbum Pop Vocal Contemporâneo
Terral — Pablo Alborán
Amo — Miguel Bosé
Aquila — Pedro Capó
A Quien Quiera Escuchar (Deluxe Edition) — Ricky Martin
Sirope — Alejandro Sanz

Categorias brasileiras

Melhor álbum de MPB
Dorival Caymmi – Centenário Caymmi
Maria Bethânia – Meus Quintais
Maria Gadu – Guelã
Lenine – Carbono
Ivan lins – América Brasil

Melhor álbum de Música Cristã
Fernanda Brum – Da eternidade
Anderson Freire – Ao vivo
Jane Gomes – Nele Posso Tudo
Bruna Karla – Como Água
William Nascimento – Não Vou Resistir

Melhor álbum pop contemporâneo brasileiro
JAMZ – Insano
Seu Jorge – Músicas para Churrasco Vol. 2
Onze20 – Vida Loka
Tulipa Ruiz – Dancê
Jonas Sá – Blam! Blam!

Melhor álbum de rock brasileiro
Banda do Mar – Banda do Mar
Humberto Gessinger – Insular ao vivo
Malia – Supernova
Pato Fu – Não Para Pra Pensar
Suricato – Sol-te

Melhor álbum de samba e pagode
Nilze Carvalho – Verde Amarelo Negro Anil
Arlindo Cruz – Herança Popular
Fundo de Quintal – Só felicidade
Mart´nália – Em Samba A Vivo
Diogo Nogueira e Hamilton de Holanda – Bossa negra
Zeca  Pagodinho – Ser Humano
Sorriso Maroto – Sorriso eu gosto – a vivo no Maracananzinho

Melhor álbum de música sertaneja
Jorge e Mateus – Os Anjos Cantam
Leonardo e Eduardo Costa – Cabaré
Renato Teixeira e Sergio reis – Amizade sincera 2
Michel Teló – Bem Sertanejo
Victor & Leo- Irmãos

Melhor canção brasileira
“Bossa negra” – Diogo Nogueira, Hamilton de Holanda, Marcos Portinari (compositores) – Diogo Nogueira e Hamilton de Holanda
“Diz Pra Mim” – Bruno Boncini – Malta
“Mais ninguém” – Mallu Magalhães (compositora) – Banda do Mar
“Simples assim” – Dudu Falcão e Lenine (compositores) – Lenine
“Tudo” – Adriana Calcanhoto e Bebel Gilberto (compositoras) – Bebel Gilberto

Interview to Melbourne Jazz

Melbourne recently hosted prodigious mandolin talent, Hamilton de Holanda. We caught up with him before he came out to find out more about the man and his music.

MJ You grew up in Brazil within a musical family. Can you tell me about your upbringing and some of your early influences?

HH Yes, I have a musical family. My father’s a guitar player, my grandfather was a trumpet player, and my brother is a 7-string guitar player. Since I was 5 years old, I have my first mandolin. It was a Christmas gift from my grandfather, and every day, all day, I played with my father and my brother. We have a choro group and every day we practiced since I have 5 years old. After that, when I have about 6 and 7, I studied in a music school in Brasilia, cos I was born in Rio de Janeiro, but I grew up in Brasilia the capital. I studied at the music school called Escola de Música de Brasília, and I studied five years violin, cos we didn’t have a mandolin teacher. The tuning of the mandolin and the violin is the same. So I had this five years violin studies. And a little bit guitar also, through learning harmony. But in this same time, I had this group with my father and my brother, and I used to play choro. Choro is like the first popular Brazilian music. It is my beginning.

MJ So, with a musical family, and given your upbringing in South America, do you think these factors have changed the way you might play?

HH I don’t know, cos I didn’t grow up in another place (laughs). But of course my music is a music that comes from the sun, and the hot temperature.

“My music is a music that comes from the sun…”

MJ Mandolin is not a very common instrument in jazz. Did you draw influence from other mandolin players growing up, or were there other instruments that shaped your playing?

HH Well, my first influence was Jacob do Bandolim. He’s like a father of the mandolin in Brazil. I have also Armandinho Macedo, the first mandolin player after Jacob, who has a new point of view of mandolin. More freedom, more improvisation. But I have many influences, not just mandolin players. Like Buddy Powell, like Agua de Beber, and Hermeto Pascoal of course. But I love jazz also. Keith Jarret and Chick Corea, Michael Brecker, John Coltrane. Also classical music, I love Villa-Lobos, I love Bach. My music have a little bit of these big influences.

MJ There’s one thing that I noticed when listening to you- it’s not just jazz. You can definitely tell the influence of classical music, more traditional influence and other genres in there too. Is this something that you’ve deliberately tried to bring into your playing, or is it a natural thing for you?

HH My first music is the Choro. Choro is a mix between the classical Europe music, and the African music. So the first melody and the harmony from the choro is the classical melodies and harmonies. The way of my music is to play the choro first, after- the other music, and of course things like classical music, but with freedom and improvisation.

MJ One thing that I really enjoy about your playing too, I’ve listened to other jazz mandolin players, and, to me, a lot of them play it more like a jazz guitar. The thing I like about your playing is that you actually use a lot of the traditional techniques like tremolos and double stops in your playing. Is this just a product of your background in more traditional music?

HH No, not really. I love other kinds of music, and I mix everything. It’s not a way to think about music, traditional. Music is freedom for me, I can do what I can think about. If I have a jam session with a Swedish guy, or Australian, American, or Venezuelan guy, if you have a music to play together, I play together. I don’t have this problem.

MJ So would you say you have a style?

HH My style is from Choro to jazz. (Laughs)

MJ I understand you have a 10-string custom mandolin that you play. Can you tell me a little bit about why this instrument’s so special?

HH When I have about 18, 20 years, I thought about having a polyphonic mandolin. More melody and chords and rhythm together, like a solo piano or guitar player. I tried to do that with my eight string, with my normal mandolin. I did some arrangements and some compositions, but I wanted to have a bigger mandolin with more bass notes. And I called a friend, a mandolin builder, “Hey, you can do a 10-string mandolin for me? You can use a wood, not expensive, because if we don’t like it, we burn it.” But the first was magnificent, it was an incredible instrument. This was in 2000. After that, all the building guys make this model.

“Hey, you can do a 10-string mandolin for me?… if we don’t like it, we burn it.”

MJ Can you remember a particular moment that’s made a big impact on your way of thinking or playing?

HH Many moments I have that reflects this. The first time when I listened Armandinho, when I saw the first time Hermeto Pascoal playing, when I listened the first time to clarinetist from Brazil called Paulo Moura, the first time Chick Corea, and when I begin to study the partitas and sonatas from violin solo from Bach. I have many influences to think about.

MJ You’ll be coming to Australia very shortly, playing with Stefano Bollani. What are you looking forward to most?

HH It’s my first time to Australia. I’m excited because it’s a beautiful country, and I saw about the people it’s like in Brazil. Have people with the sun, with a good deal of life, so I’m excited to be in Australia.

MJ Can you tell me about playing with Stefano?

HH Stefano is like a musical brother, and we play since 2008. Our first time was in Italy, and after the first music together, we said we have to do something. Just playing and no talking- everything’s looking with him. When he plays some melody or some charts, he didn’t need talking anything with me, and the opposite is the same. So we have a beautiful musical connection. We like improvisation, and he knows about Brazilian music. He has the rhythm, real rhythm with his piano and his ears to play anything.

MJ When I spoke to him, he mentioned that you don’t normally choose the songs before you go on stage. Is that something that you do to be in the spur of the moment?

HH We have set lists of about 40 or 50 songs, and when we are in the stage, we play. No rehearsal and just to have one set list. And this is the concert like that. We see the people and we play.

MJ Are you planning on seeing anyone play at the festival while you’re here?

HH If I have time between the concerts, I will see, of course. I love that. I love new music and new musicians around the world, and I have the same way in Australia, of course.

MJ You play with different acts and lineups. How does your playing change when you work with different people?

HH I think when I play with great people and great musicians, I want to learn some kind of great way of music, and also I want to give a little bit from my music.

MJ I know you’re a family man as well as being a busy musician. How do you relax when you’re not on the road, and what are your plans for the future?

HH My plans is continues to do what I do. I give the people my music and my heart because when I play, the most important for me is to touch the heart of the people. Is the good point, the beautiful point of the life for me. When I relax, I have my mandolin with me, and I can compose, or playing off with my kids, or give some piano lessons to my little boy who is just 7 years old. Or if there is a ball, I can play football with my kids. Life is beautiful.

“I give the people my music and my heart because… the most important for me is to touch the heart of the people.”

HAMILTON DE HOLANDA…Otro Marciano

Ya se los había advertido en anteriores Viernes de Virtuosos, “NO ESTAMOS SOLOS”.
No queda la menor duda de que Seres de otras Dimensiones y de otros Planetas y Mundos Paralelos están entre nosotros desde hace mucho tiempo. Repito, NO ESTAMOS SOLOS.
A este Marciano le tenía puesto el ojo desde hace tiempo y solo buscaba una explicación lógica de porque este ser de otro Planeta había escogido una Bandolina para “mimetizarse” entre los habitantes del Planeta Tierra como un músico más.
La idea inicialmente era buena porque la Bandolina es un instrumento que para el pensamiento común es un instrumento poco atractivo; que hasta pasa casi inadvertido,  y además el tal Hamilton de Holanda (acaso alguno de ustedes conoce a otra persona que se llame así???….ese es nombre de Marciano donde lo pongan)escogió vivir en Brasil, un territorio inmenso con millones de personas y selvas eternas en donde seguramente esta escondida su Nave.

El Plan era Perfecto para pasar Inadvertido,……. pero le Falló.

Como comenté, Hamilton de Holanda escogió la Bandolina (o Mandolina). Se trata de un instrumento con origen enraizado o ligado a la Italia de finales del Siglo XVI (1563) y que básicamente no ha sufrido variaciones radicales en su estructura manteniendo su conformación de cuatro pares de cuerdas (cuatro ordenes dobles) que están generalmente afinadas en SOL-RE-LA-MI(como un Violín)…. Pero sucedió lo inesperado; a Hamilton no se le ocurrió otra cosa que modificar el instrumento colocándole un par de cuerdas adicionales obteniendo así una nueva y mejor sonoridad y un mayor espectro armónico (y como podrán entender, tuvo que inventar una nueva forma de tocar)……Toda una Extravagancia;……. La gente lo Notó
Les presento aquí la primera prueba recolectada de este Extraterrestre

Pero Hamilton de Holanda cometió mas errores comprometiendo definitivamente su identidad….Por alguna razón que no se ha podido definir bien, hizo contacto con un grupo de Extraterrestres radicados en la ciudad de Caracas – Venezuela y que se hacen llamar EL ENSAMBLE GURRUFIO y comenzó a colaborar musicalmente con ellos con relativa frecuencia; dejando registros inequívocos de sus diferencias con la raza humana.
Con Gurrufío hay cosas increíbles y es que la música venezolana tiene ritmos “Trancaos” como el (para muchos músicos) “Indescifrable” 5×8 y otros muchos más que están llenos de síncopas y contratiempos; es increíble como Hamilton de Holanda se encuentra como “Pez en al Agua” y tratando de disimular el mismo define la experiencia como “Surreal”.
Un dicho de por aquí por estos lados del mundo dice que “Dios los Cría y Ellos Se Juntan” y este , sinceramente, creo que es uno de esos casos.

Los dejo disfrutar de esta maravillosa ejecución de Hamilton de Holanda con el Ensamble Gurrufío y en verdad espero que ya lo tengan claro ……NO ESTAMOS SOLOS.
Llévatelo Criss……….

https://www.youtube.com/watch?v=i8ksJ9QTfnA