HAMILTON DE HOLANDA

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Primeiro Baile do Almeidinha de 2018

Depois de um 2017 intenso, com shows em Portugal, Escócia e Itália e a celebração de cinco anos de existência, o Baile do Almeidinha ganha a primeira edição de 2018. A festa acontece dia 18 de janeiro, no Circo Voador, e faz parte da programação especial de verão da casa de shows. Para esquentar ainda mais o encontro, a Bateria da Estação Primeira de Mangueira faz participação especial, dando um gostinho do que vem por aí no tão esperado carnaval do Rio de Janeiro. Ela já esteve presente em uma edição anterior, afagando as saudades da folia e agitando a lona da Lapa com a sua potente orquestra percussiva.

Hamilton de Holanda e a banda A Magn√≠fica v√£o tocar cl√°ssicos da m√ļsica brasileira – “Chega de Saudade” (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), “Sem Compromisso” (Geraldo Pereira / Nelson Trigueiro) e “Timoneiro” (Paulinho da Viola / Herm√≠nio Bello de Carvalho) est√£o no roteiro – e outras can√ß√Ķes j√° conhecidas pelos frequentadores das tradicionais quintas-feiras da Lapa, como “Xote do Almeidinha”, “A Escola e a Bola” e “Capricho de Raphael”, composi√ß√Ķes pr√≥prias lan√ßadas no √°lbum “Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha” (2015).

A abertura fica por conta do Quarteto A4 e, nos intervalos, DJ Lencinho assume a m√ļsica que promete agitar o p√ļblico. Os port√Ķes abrem √†s 21h.

Nascido no cora√ß√£o da boemia carioca e inspirado nas tradicionais gafieiras da Lapa, o Baile do Almeidinha √© hoje uma das principais festas de m√ļsica ao vivo do Rio de Janeiro. Ele surgiu h√° cinco anos a partir da uni√£o de ideias de Hamilton de Holanda e do seu parceiro e empres√°rio Marcos Portinari, que aliaram-se √† resist√™ncia cultural do Circo Voador.

‚ÄúA ideia com o Baile do Almeidinha √© fazer da maravilhosa m√ļsica brasileira um encontro com a dan√ßa e seus encantos. Aproveitei, tamb√©m, para quebrar uma lenda na qual nunca acreditei: que o g√™nero instrumental n√£o √© capaz de interagir. A prova disso √© o Baile que j√° tem um p√ļblico cativo e a cada noite o Circo Voador √© transformado em um grande karaok√™ coletivo‚ÄĚ, conta Hamilton.

A banda A Magn√≠fica, que sobe ao palco com Hamilton, √© composta por Guto Wirti (contrabaixo), Rafael dos Anjos (viol√£o), Thiago da Serrinha (percuss√£o), Eduardo Neves (flauta, flautim e saxofone), Aquiles de Moraes (trompete), Xande Figueiredo (bateria) e Marcelo Caldi (acordeon). Em completa sintonia e com um repert√≥rio cheio de cl√°ssicos da m√ļsica brasileira, eles produzem uma sonoridade que torna o espa√ßo pulsante.

A noite conta sempre com convidados especiais e, desde 2012, já foram mais de 200 artistas que se apresentaram no palco do Baile, como Roberta Sá, João Bosco, Diogo Nogueira, Teresa Cristina, Monarco, Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Silvia Pérez Cruz, Stefano Bollani, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal e Luiz Caldas.

SERVIÇO

Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha

Participação especial: Bateria da Estação Primeira de Mangueira

Abertura: Quarteto A4

Pista: DJ Lencinho

Data: 18/01, quinta-feira

Local: Circo Voador – Rua dos Arcos s/n¬ļ,¬†Lapa

Abertura da casa: 21h

Capacidade: 2.000 pessoas

Classificação: 18 anos (de 14 a 17 somente acompanhado dos pais)

INGRESSOS

Vendas online: www.ingressorapido.com.br

Bilheteria do Circo: terça a quinta, das 12h às 19h; sexta, das 12h à meia-noite (exceto feriados); sábado, a partir das 14h

1¬į Lote:*

R$ 20 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

R$ 20 (cliente Odeon que apresentar ingresso de algum filme do cinema ou cliente Clube Sou + Rio)**

R$ 20 (ingresso solid√°rio v√°lido com 1kg de alimento)

R$ 40 (inteira)

2¬ļ Lote:

R$ 30 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

R$ 30 (cliente Odeon que apresentar ingresso de algum filme do cinema ou cliente Clube Sou + Rio)**

R$ 30 (ingresso solid√°rio v√°lido com 1kg de alimento)

R$ 60 (inteira)

* Lote sujeito a alteração sem aviso prévio

** O desconto √© v√°lido apenas para ingressos comprados na bilheteria do Circo. √Č necess√°rio apresentar o ingresso Odeon/Voucher Sou +Rio no ato da compra.

Damas e cavalheiros com “Almeida” no sobrenome pagam R$ 20 a noite toda

Um papo entre duas línguas

Hamilton de Holanda e escritora mineira Conceição Evaristo harmonizam suas obras, constituindo um diálogo intenso e afiado entre as duas diferentes formas de linguagem artística. Ele, com a sua riqueza rítmica, trará o coração na ponta dos dedos, tocando o bandolim com aquela singular sonoridade que produz. Ela, com a arte da escrevivência, lerá alguns de seus emocionantes e fortes poemas.

Eles apresentam esse trabalho ao p√ļblico no Festival de M√ļsica e Poesia do Par√°, no dia 14 de outubro, no Centro de Conven√ß√Ķes e Feiras da Amaz√īnia. O projeto surgiu a partir de um convite da Semana da Arte de S√£o Paulo, com a finalidade de abordar uma quest√£o fundamental: as culturas diasp√≥ricas africanas na pluralidade das artes brasileiras.

Nesse show, poesia e m√ļsica tem o mesmo peso e se fundem, como se fossem porosos e constitu√≠ssem uma estrutura √ļnica. Se entrela√ßam por terem muito em comum. N√£o s√≥ com rela√ß√£o ao teor do conte√ļdo, mas palavra √© som, antes mesmo de ser uma forma escrita. E √© nessa sua natureza que mora uma grande semelhan√ßa com a m√ļsica. A fala √© uma melodia, pois tem ritmo e entona√ß√£o.

Ambas as formas de arte despertam diferentes interpreta√ß√Ķes. Quando se juntam, transcendem os seus sentidos isolados, ganhando novas possibilidades de compreens√£o e gerando novas sensa√ß√Ķes.

A poesia da Concei√ß√£o Evaristo e a m√ļsica do Hamilton de Holanda unidas formam uma grande fala, no qual n√£o cabe uma verdade absoluta t√£o requisitada atualmente. Em meio a um cen√°rio t√£o conservador, que essa fala ecoe alto por a√≠.

Hamilton de Holanda no II Festival Internacional de Bandolins da Madeira

Participar do II Festival Internacional de Bandolins da Madeira foi uma honra, uma experi√™ncia maravilhosa. Foi um daqueles momento que levarei para sempre guardado comigo. A come√ßar, a ilha tem uma tradi√ß√£o impressionante com o bandolim. √Č incr√≠vel e estimulante ver a enorme quantidade de orquestras do instrumento com gente de todas as idades. S√£o mais de 15 orquestras tanto com crian√ßas, quanto com pessoas mais velhas.

A chegada j√° nos sinalizou que seria uma viagem marcante. As emo√ß√Ķes come√ßaram ainda no ar, com o pouso. Funchal, cidade da Ilha da Madeira, al√©m da fama musical, tamb√©m √© conhecida por ter um aeroporto de dif√≠cil aterrissagem. Pudemos experimentar um pouco dessa experi√™ncia, com um pouso cercado de muita tens√£o. Estava ventando muito e perceb√≠amos as tentativas do piloto de descer, chegando a arremeter duas vezes. Mas apesar da afli√ß√£o, j√° dava para ver que o lugar √© lindo. E, al√©m do visual, a ilha nos cativou com a sua hospitalidade. Fomos muito bem recebidos tanto pelo p√ļblico quanto pela galera respons√°vel pelo Festival. Os anfitri√Ķes Norberto Cruz e sua querida esposa Lidiane Duailibe foram de uma gentileza conosco, nos deixaram como se estiv√©ssemos em casa.

Para que tudo ocorresse como o esperado, o Festival contou com o apoio institucional do governo e do Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira. Logo na primeira noite, tr√™s orquestras se apresentaram e fiz uma participa√ß√£o ao final. Foi um momento muito bonito, no qual pude tocar com um pouco mais de 60 m√ļsicos incr√≠veis de todas as idades produzindo aquela sonoridade especial de orquestra de bandolim. A maior parte era bandolinista, mas ainda havia viol√£o, baixo e bandola.

Na sequ√™ncia, subi ao palco com Thiago da Serrinha e Guto Wirtti. E logo na primeira m√ļsica j√° nos sentimos bem acolhidos pelo p√ļblico. Foi uma forte vibra√ß√£o muito r√°pida, que nos pegou de surpresa. Come√ßamos com ‚ÄúCapricho de Raphael‚ÄĚ, que contou com solo do Thiaguinho, do Guto e com um longo aplauso da plateia. Nos sentimos realmente em casa, o que nos deixou bem √† vontade no palco. Em um outro momento do show, cantei ‚ÄúCarinhoso‚ÄĚ e os brasileiros da plat√©ia me acompanharam em um coro afinado, matando ali um pouco das saudades das m√ļsicas de Pixinguinha.

A noite terminou com muita comida t√≠pica da regi√£o. Sa√≠ndo da m√ļsica e indo para a gastronomia, pudemos apreciar outras maravilhas do lugar. Comemos polvo, uma esp√©cie de concha chamada lapas e um peixe espada maravilhoso que vive a mais de 700 metros de profundidade.

Aqui, pudemos ver que parte da economia vem da planta√ß√£o de banana e da produ√ß√£o de vinho. √Č a terra do famoso, forte e encorpado vinho madeira. Segundo eles, foi a bebida que brindou a independ√™ncia dos EUA.

Outra coisa muito impressionante √© o fasc√≠nio e a import√Ęncia do Cristiano Ronaldo para a regi√£o. Al√©m de o aeroporto da cidade levar o seu nome, e de ter um busto dele – famoso por n√£o ter ficado parecido- como ponto tur√≠stico, h√° um museu sobre o jogador em uma √°rea bem bonita de frente para o mar.

As pessoas foram muito calorosas. Acho que população de ilha tem essa maneira especial de receber os visitantes. Então saímos de lá muito felizes esperando voltar em breve e impressionados com o carinho e com o amor que eles têm pelo bandolim.

5 anos de Baile do Almeidinha

Que baile! Hamilton de Holanda e a banda A Magn√≠fica fizeram uma apresenta√ß√£o especial de comemora√ß√£o pelos cinco anos do Baile do Almeidinha, no dia 10 de agosto! Foi uma noite emocionante em homenagem ao gigante Luiz Melodia e ao Jorginho do Pandeiro, que iria participar da √ļltima edi√ß√£o no Rio de Janeiro, mas por motivos de sa√ļde n√£o pode estar presente, vindo a falecer alguns dias depois.

A banda voltou ao Circo Voador depois de uma turn√™ pela It√°lia e por Portugal. Coincidentemente, foi a sua exata 100¬™ edi√ß√£o! Desde o seu surgimento j√° recebeu mais de 200 convidados ilustres, sempre com a nossa super banda no palco. Nessa edi√ß√£o, eles contaram com a participa√ß√£o do cantor e ator Alexandre Nero, que soltou o gog√≥ e botou a galera pra cantar junto m√ļsicas de Luiz Melodia num coro comovente. Tamb√©m rolou a apresenta√ß√£o de 3 gera√ß√Ķes de pandeiristas num momento incr√≠vel dedicado a Jorginho do Paneidro: Celsinho do Pandeiro (filho de Jorginho), Marcos Suzano (disc√≠pulo de Jorginho) e Bernardo Aguiar (disc√≠pulo de Suzano).

A noite foi uma síntese do que foram esses 5 anos de Baile. A galera mergulhou no gingado e acompanhou o ritmo e a emoção que estava sendo produzida no palco.

E o que seria desses anos de Baile sem os seus personagens? Segue aqui um pouco sobre cada um. Confira!

Hamilton de Holanda, nosso comandante:

Esse bandolinista meio carioca, meio brasiliense √© um m√ļsico do mundo com a alma essencialmente brasileira. Come√ßou a carreira ainda menino, aos 5 anos de idade e desde ent√£o n√£o parou mais. J√° s√£o mais de 32 lan√ßamentos em 36 anos de profiss√£o. Do choro ao jazz, tudo ressoa natural e incr√≠vel entre os seus dedos. √Č o nosso Jimmy Hendrix do bandolim. E √© com toda essa experi√™ncia e virtuosismo que bota a galera pra dan√ßar, requebrar, pular ou s√≥ escutar o seu bandolim de 10 cordas ao lado dos seus parceiros de palco!

Marcelo Caldi, nosso sanfoneiro:

Al√©m de um super querido, √© um grande arranjador, cantor, compositor e um dos principais respons√°veis pela revitaliza√ß√£o da sanfona no cen√°rio contempor√Ęneo brasileiro, passeando com ela por diversos g√™neros musicais. Cursou bacharelado em composi√ß√£o na Uni-Rio, e iniciou a carreira em 1998, trabalhando com alguns corais, tocando com alguns cantores e escrevendo arranjos. Tem 13 discos lan√ßados! Entrou na turma na grava√ß√£o do disco. Desde ent√£o, agita a mo√ßada do Baile com sua sanfona intensa!

Rafael dos Anjos, nossa figura do viol√£o:

Brasiliense, √© da nova gera√ß√£o da nossa m√ļsica, mas com o seu viol√£o super contempor√Ęneo, j√° acompanhou bastante gente, como Arlindo Cruz, Paulo Moura, Sivuca e Dominguinhos, entre outros grandes nomes! Tamb√©m √© um arranjador incr√≠vel! Come√ßou a tocar viol√£o com 11 anos e hoje com a sua criatividade √≠mpar, leva uma mistura r√≠tmica para os p√©s e cora√ß√Ķes do p√ļblico do baile pelo Brasil e pelo mundo!

Guto Wirtti, o ga√ļcho do contrabaixo:

De fam√≠lia musical, come√ßou a tocar viol√£o aos 6 anos de idade e aos 12 j√° trazia o contrabaixo debaixo do bra√ßo, passando a trabalhar com artistas locais. Estudou em Salvador e se mudou para o Rio de Janeiro a convite de Yamandu Costa. Aqui, al√©m de tocar com o violonista, passou a trabalhar com diversos outros artistas de peso da nossa m√ļsica, como Jo√£o Bosco,Nicolas Krassik, Leo Gandelman, Gabriel Grossi, Marco Pereira, Luiz Melodia, Mart’n√°lia e tantos outros.

Com toda a sua versatilidade, √© um dos principais nomes do contrabaixo brasileiro! E para a nossa alegria, ele integra a banda do Baile do Almeidinha, transpondo a sua experi√™ncia e criatividade pro calor das noites de Baile! √Ēh sorte!

Thiago da Serrinha, nosso grande percussionista:

Criado nas rodas dos morros cariocas, carrega no sangue e no nome a tradição do Jongo da Serrinha, manifestação cultural associada à cultura africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do samba carioca.

Além de percussionista, é cavaquinista, bandolinista, compositor e produtor. Apesar de jovem, já tocou com bastante gente de peso, como Elza Soares,Mariene de Castro e Wilson das Neves! Suas ideias rítmicas sensacionais desenham o nosso baile, marcando os passos e cadenciando os quadris da moçada!

Xande Figueiredo, um dos maiores bateristas brasileiros:

Come√ßou a tocar bateria aos 13 anos e estudou percuss√£o cl√°ssica na Escola de M√ļsica Villa-Lobos. Desde ent√£o j√° tocou todo tipo de m√ļsica, dominando com seguran√ßa diversos g√™neros. A lista de artistas com quem j√° trabalhou n√£o tem fim! Nela, figuram nomes como Leila Pinheiro, Leo Gandelman, Sivuca, Cazuza, Carlos Lyra, Jo√£o Bosco, Ed Motta, Elza Soares, Baby do Brasil, Rosa Passos, Johnny Alf, Leny Andrade e tantos outros! √Č uma honra e um luxo s√≥ ter suas baquetas nas nossas noites de Baile do Almeidinha!

Aquiles Moraes, nosso super trompetista:

Ele come√ßou a estudar m√ļsica cedo, em 1998 na banda Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense aos 8 anos de idade! Seguiu os estudos na Escola Port√°til e na Unirio. J√° tocou com uma super galera, como Wynton Marsalis, Maur√≠cio Carrilho, Maria Beth√Ęnia, Zeca Pagodinho, M√īnica Salmaso, Ney Matogrosso e tantos outros gigantes da m√ļsica. Atualmente, √© integrante de v√°rios grupos de m√ļsica instrumental, como Os Matutos! O Baile do Almeidinha muito se alegra por nos presentear com toda essa sua for√ßa, criatividade e brasilidade no sopro!

Eduardo Neves, o gigante do sopro:

Ele j√° tem mais de 30 anos de carreira! Tem um forte trabalho autoral e tamb√©m arrasa quando est√° em grupos. O nosso flautista e saxofonista teve Carlos Malta como professor aos 10 anos de idade, e mais tarde o maestro Copinha. Nascido e criado no Rio de Janeiro, come√ßou a tocar com gente grande ainda jovem. J√° acompanhou nomes como Tim Maia, Hermeto Pascoal, Zeca Pagodinho, Luiz Melodia, Elton Medeiros, Johnny Alf, Dona Ivone Lara, Milton “Bituca” Nascimento e tantos outros! Al√©m disso, j√° lan√ßou 3 CDs pr√≥prios: “Balya” (1994), “Pagode Jazz Sardinha’s Club” (1999) e “Gafieira de Bolso” (2003). E √© com toda essa experi√™ncia e singularidade que o seu sopro agita as noites ao lado da banda do Baile do Almeidinha!

Frango Kaos, o nosso técnico de som alto astral:

Ele √© fundamental pra tudo ocorrer bem no Baile! Sem ele, o som chegaria meio ca√≥tico at√© n√≥s. Nascido em Taguatinga, no Distrito Federal, √© uma figura conhecida na cena do rock de Bras√≠lia com a sua banda de hardcore “Galinha Preta”. Cantor e compositor, ganhou o apelido de Frango antes de ser integrante da banda, quando ainda crian√ßa. Magrelo e com um cabelo moicano, estava em uma tarde normal com seus amigos do col√©gio, quando foi chamado assim por uma menina que passava. O apelido pegou e hoje ningu√©m mais o chama de Ricardo Silva.

Marcos Portinari, um principais idealizadores do Baile:

Ele foi um dos pioneiros no bodyboard no Brasil. Viajou o mundo pegando ondas e chegou a morar fora por um tempo. Quando voltou ao Brasil, desenvolveu um projeto de um espa√ßo multim√≠dia no lounge que havia no Rio Design Leblon, numa √©poca em que era tido como novidade. Havia computadores abertos ao p√ļblico, al√©m de palestras, pe√ßas de teatro e shows. Hamilton de Holanda, ent√£o, foi um dos convidados para tocar no espa√ßo. E foi assim que em 2004 eles se conheceram e Portinari tornou-se o seu empres√°rio, produtor e agora parceiro musical!

Ele é um cara que está sempre à frente do seu tempo. Com a sua mente criativa, está antenado a tudo! O Baile do Almeidinha surgiu em meio a uma conversa com Maria Juçá. Eles pensavam em fazer um show para as pessoas dançarem, a ideia se desenvolveu e já se vão 5 anos de sucesso de Baile! Viva! Obrigadão Portina!

Fellipe Cabral, o nosso querido assistente de produção:

Fellipão, como a equipe o chama, é o assistente de produção do Marcos Portinari. Esse rapaz alto astral ao lado da estátua do Pixinguinha nasceu no Rio de Janeiro e trabalha com o Hamilton de Holanda e o Portinari há 8 anos! Faz de tudo um pouco e está sempre à postos pro que precisar! O Império Serrano circula em suas veias e tem raízes no carnaval carioca. E é com toda essa energia que suinga para que tudo ocorra bem no Baile!

Vivi e Maria, o nosso duo da comunicação:

A nossa assessoria de imprensa √© especial. √Č uma dupla incr√≠vel que organiza as informa√ß√Ķes sobre o Baile para que elas cheguem da melhor maneira at√© o p√ļblico.

A nossa querida Vivi Drumond est√° presente na divulga√ß√£o desde o nascimento do Baile em 2012, quando ainda trabalhava no Circo Voador. Hoje, faz a comunica√ß√£o em parceria com a casa de shows. Formada em jornalismo pela Faculdade Facha do Rio de Janeiro, √© respons√°vel pela assessoria de imprensa e pela movimenta√ß√£o das redes sociais de diversos m√ļsicos sensacionais como Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e Pedro Lu√≠s. Ela tem como bra√ßo direito a sua estagi√°ria Maria Carolina, a ca√ßula da equipe. Estudante de jornalismo da PUC-Rio e de fam√≠lia musical, Maria trabalha ao lado da Vivi desde o in√≠cio do ano e j√° √© considerada da casa.

Circo Voador, a nossa casa:

O Baile nasceu nos bastidores do Circo em 2012. Em uma conversa entre Maria Ju√ß√°, Marcos Portinari e Hamilton de Holanda surgiu a ideia de fazer um show para as pessoas dan√ßarem. Eles se empolgaram e desenvolveram algo parecido com a ‚ÄúDomingueira Voadora‚ÄĚ, projeto que Paulo Moura e Severino Ara√ļjo fizeram no Circo h√° alguns anos.

Desde ent√£o, j√° se passaram 5 anos de sucesso com mais de 200 convidados sensacionais e com um p√ļblico agitado! A casa sempre nos abra√ßa de uma forma super calorosa com todo o clima incr√≠vel da equipe e do espa√ßo, nos deixando bem √† vontade. J√° voamos para outras cidades do Brasil e da Europa, mas voltar para o Circo tem sempre um gostinho especial! Viva o Circo Voador!

O p√ļblico, um dos personagens principais:

√Č uma galera bem variada, tem gente de todas as idades, de todas as tribos e de todos os jeitos! Tem o pessoal que dan√ßa como t√≠picos bailarinos de gafieira, tem os que dan√ßam sozinhos, tem aqueles que s√≥ se balan√ßam, os que soltam o gog√≥ e cantam junto os temas populares e aqueles que ficam s√≥ ouvindo o som. Que mistura boa! Com geral respeitando seus espa√ßos. Um super obrigado a voc√™s que sempre nos recebem de bra√ßos abertos com tanto carinho e de forma t√£o calorosa!

Casa de Bituca

Casa de Bituca √© a oportunidade de celebrar dois universos: o quarto disco do grupo Brasilianos comemorando 10 anos de exist√™ncia e uma homenagem a Milton Nascimento, um dos maiores m√ļsicos brasileiros vivos, de quem todos do Hamilton de Holanda Quinteto somos f√£s.¬†Casa de Bituca, foi gravado, contando com o ensaio, em dois dias. Em junho de 2016 fomos para o est√ļdio com a inten√ß√£o de gravar alguns v√≠deos, nos reunir para celebrar a data e levantar um novo repert√≥rio para um show. Selecionamos aleatoriamente algumas das tantas composi√ß√Ķes e sem muito pensar nasceu¬†Casa de Bituca. Entre mixagem, edi√ß√£o, muitos shows e viagens o tempo passou. No final ainda de 2016 reunimos em juiz de fora para gravar com o convidado de honra Milton e como ele diz os amigos! Decidimos tamb√©m chamar a querida Alcione para cantar e arrasar em¬†Travessia. Uma das m√ļsicas do repert√≥rio tem um historia paralela ‚ÄúMar da Indiferen√ßa‚ÄĚ, gravada inicialmente instrumental, composi√ß√£o que Hamilton e eu fizemos no meio do desgosto de ver a banalidade de uma foto de uma crian√ßa refugiada morta¬†estampada nos jornais.¬†A can√ß√£o nos serviu¬†como¬†ant√≠doto¬†a catarse do fim do mundo e¬†ambos sentimos que nela tinha apoderado-se o DNA de Bituca e para completar a homenagem decidimos inclui-la em¬†Casa de Bituca. At√© janeiro de 2017 ficamos pensando se¬†colocar√≠amos¬†voz ou n√£o e na d√ļvida¬†Hamilton decidiu ele mesmo cantar com a elegante¬†ajuda¬†de nossas crian√ßas, esposas e os beb√™s do Dani e do Musy como a renova√ß√£o na esperan√ßa. Viva Bituca! Viva Brasilianos e que venham mais 10, 100 mais 1000 anos celebrando a amizade e m√ļsica!

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